sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Elas são lindas, mas podem matar. 7 flores bonitas, mas terrivelmente tóxicas e até fatais.

Existem cerca de 350 mil espécies de flores e a maioria delas não causa nenhum mal ao homem e aos animais. No entanto, há exceções e as aparências podem enganar. Algumas belas e deslumbrantes florzinhas podem guardar um lado negro, que intoxica e até mata quem mexer com elas. Confira abaixo quais são essas flores lindas, mas terrivelmente tóxicas e até fatais.

1 – Kalmia latifolia

List Verse

Kalmia latifolia, mais comumente conhecida como Louro-da-Montanha, produz delicadas flores brancas e rosadas no final da primavera, sendo nativa dos Estados Unidos. Ela é belíssima, mas por baixo daquele exterior delicado bate o coração de um assassino.
As duas principais toxinas nessa flor são a andromedotoxina e o arbutin, mas a primeira é que é realmente preocupante. A andromedotoxina causa simultaneamente um efeito em que o coração bate perigosamente rápido e também muito devagar. O resultado é um ataque cardíaco, mas apenas se consumida em grande quantidade.  
Em doses menores, a toxicidade da flor causa respiração irregular, salivação abundante, perda da coordenação motora, vômitos, diarreia, fraqueza e convulsões.
O pior de tudo é que você não tem que comer as flores para passar por isso, pois o mel de abelhas que visitaram a Kalmia latifolia contém todas as propriedades tóxicas da própria flor. Os gregos já chamavam esse produto de "mel furioso" e eles usaram para derrotar Xenofonte de Atenas por volta de 400 a.C.

2 – Jacobaea vulgaris

Jacobaea vulgaris, também conhecida como Senecio ou Tasneirinha, é uma planta importante para o ecossistema em que floresce. Muitos insetos obtêm alimento a partir dela. Por causa disso, a presença das flores é interessante para as sociedades de conservação.
Isso é uma boa notícia para os insetos, mas uma má notícia para todas as outras espécies. A Organização Mundial de Saúde confirmou a presença de pelo menos oito alcaloides tóxicos em nessa planta. O problema é que, ao contrário da maioria dos venenos, que rapidamente deixam o sistema, os alcaloides daJacobaea se acumulam no fígado com o tempo.
Dessa forma, as toxinas acumuladas resultam em cirrose. No entanto, a toxicidade vai piorando o quadro do fígado de forma silenciosa e, quando a pessoa começa a sentir os sintomas, já é tarde demais. Infelizmente, essas toxinas também afetam o mel produzido pelas abelhas que visitaram as flores dessa espécie, bem como o leite de cabras que comem essa flor.

3 – Veratrum

Veratrum é comumente cultivado para fins ornamentais. No entanto, a beleza dessa flor para por aí, pois cada pedaço da planta é letalmente tóxico. Os primeiros sintomas de envenenamento por Veratrum são violentas dores de estômago, que normalmente se iniciam cerca de 30 minutos após a ingestão.
Como as toxinas caem na corrente sanguínea, elas fazem um caminho mais curto para os canais de íons de sódio, que agem como portões que permitem que o sódio flua através dos nervos, provocando uma reação. Isso causa convulsões e batimentos acelerados e lentos no coração, podendo causar um ataque cardíaco ou estado de coma. Acredita-se que este foi o veneno que matou Alexandre, o Grande.

4 – Cerbera odollam

Entre os indianos, a Cerbera odollam é conhecida como “árvore do suicídio”, pois suas flores e sementes são altamente tóxicas. Ela pode ser uma arma letal nas mãos erradas. Em um período de 10 anos, pelo menos 500 mortes foram confirmadas na Índia tendo como causa a ingestão da Cerbera, que mata pelo efeito de um glicosídeo potente chamado cerberin.
O cerberin começa a fazer efeito em uma hora e os sintomas podem ser nomeados como sendo de uma “morte gentil”. Depois de uma leve dor de estômago, a pessoa logo entra em coma e seu coração para de bater. Todo o processo pode ocorrer em cerca de três horas.
Ela é considerada a arma do crime perfeito, pois o componente químico fica indetectável após o envenenamento. Uma equipe de pesquisadores na Índia acredita que até o dobro de pessoas (do número citado acima) possam ter morrido com essa intoxicação, em casos de homicídio, mas que se acreditava ser morte súbita.

5 – Sanguinaria canadensis

Vulgarmente conhecida como raiz de sangue, a Sanguinaria cresce no leste da América do Norte. Os nativos americanos costumavam utilizá-la como um corante ornamental, mas ela também era usada para induzir abortos. Uma quantidade maior pode levar as pessoas ao coma.
Recentemente, passaram a usá-la indiscriminadamente como um remédio caseiro para o câncer de pele, mas, obviamente, os resultados foram terríveis. A raiz de sangue contém uma substância química chamada sanguarine, a qual, além de ser uma toxina perigosa, é uma substância escarótica.
Os escaróticos matam o tecido e o desfazem como uma gelatina, deixando para trás uma cicatriz preta chamada escara. Em outras palavras, colocar um unguento com essas flores em sua pele faz com que as células da epiderme literalmente se matem. A mesma coisa acontece internamente.
O componente interrompe uma enzima que faz o trabalho importante de bombeamento de sódio para fora das células e de potássio para dentro. Quando isso não acontece, todas as funções do corpo param. E o resultado você pode imaginar qual é.

6 – Adenium obesum

Originária da África, a Adenium obesum tem sido usada há séculos como um veneno de lanças e flechas. A “rosa do deserto”, como a preparação tóxica é chamada, é feita pela fervura da planta por 12 horas até retirar todo o extrato e deixar o líquido evaporar.
A viscosidade resultante é um veneno altamente concentrado. Ele é tão tóxico que um animal, ao ser atingido por uma flecha envenenada, mal consegue fugir por uma distância de dois quilômetros. Dessa forma, os caçadores conseguem alcança-los facilmente enquanto os bichos agonizam.
Para você ter uma ideia, esta planta tem sido usada por tribos toda África para matar animais de grande porte como os elefantes. A planta contém uma substância química chamada ouabaína, que provoca insuficiência respiratória quase imediata em doses elevadas. Se ela já é capaz de derrubar animais tão grandes, imagina o que faz com humanos?

7 – Oenanthe crocata

Em 2002, oito turistas em Argyll, na Escócia, decidiram se alimentar com algumas raízes de um córrego próximo ao local em que estavam visitando. Após colher as plantas, eles voltaram para a casa em que estavam hospedados e adicionaram a quantia em um preparo de um prato de curry.
No dia seguinte, quatro foram parar no hospital. O que eles pensavam ser pastinacas (um legume bastante consumido nas regiões britânicas) era realmente a Oenanthe crocata. O consumo dessa planta tem taxa de mortalidade de até 70%. Então, o pequeno grupo de turistas teve até sorte, pois nenhum deles morreu.
Além de ser letal, dependendo da dose, essa planta tem uma propriedade tóxica bastante interessante. O composto assassino, chamado de oenanthotoxina (OETX), relaxa os músculos ao redor dos lábios e força a pessoa intoxicada a sorrir, mesmo quando ela está no meio de convulsões fatais.
De acordo com os registros históricos, a planta era usada na Grécia desde o século VIII a.C., quando Homero cunhou o termo "sorriso irônico" para descrever o sorriso macabro adornando os rostos das vítimas desse veneno.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Receita de solução para lavagem de carro a seco.

Todos conhecem já ouviram falar "Terra Planeta água" , nosso planeta é constituído de mais de 70% de água, mas esta porcentagem tão alta não reflete na quantidade de água potável, destes 70% de água, a maioria são encontradas em oceanos, mares e geleiras, portanto apenas 3%, isso mesmo 3% desta imensidão de água é potável,  ou seja serve para o consumo, com o crescimento da população, aumento do calor e a forte estiagem, é evidente que uma previsão desesperadora se concretize "VAI FALTAR ÁGUA", apesar de termos o  privilégio de o Brasil ter água potável em grande quantidade, algumas regiões estão em crise, então o jeito é economizar e criar mecanismos para substituir o gasto desnecessário. 
Uma das maneiras de economizar água é a lavagem de carro a seco, que além de economizar água, é prática e rápida e com a vantagem de poder ser feita em qualquer lugar.

A receita é simples e barata:

  • 50 mL de Etanol (álcool etílico)
  • 25 mL de Isopropanol (álcool isopropílico)
  • uma colher de Lauril Sulfato de Sódio em pó 
Misture tudo em um recipiente , aplique sobre o carro e esfregue com um pano macio (uma estopa ou um pedaço de pano de microfribra) . Pronto o carro estará limpo e brilhando e você contribui para ajudar a preservar a água do planeta.

Veja o vídeo: 

Filtros solares:Opções químicas e físicas para proteger a pele contra o Sol.

Não por acaso, o Brasil está entre os maiores consumidores de filtro solar do mundo, com um mercado estimado em R$ 3 bilhões e crescimento anual de vendas entre 15% e 20% nos últimos anos. Com grande população exposta à alta incidência de luz solar e cuja pele tem composição heterogêna, fruto de séculos de imigração e miscigenação, a proteção contra os efeitos da radiação ultravioleta (UV) se tornou imperativa. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o país produz anualmente mais de 9,6 mil toneladas de produtos destinados à proteção solar e, em 2014, ocupou a primeira posição desse segmento no ranking mundial elaborado pela consultoria internacional Euromonitor.
As principais características buscadas na formulação dos protetores solares atuais vão além da função original de evitar danos à pele, incluindo a exigência de aspecto sensorial agradável e de facilidade na aplicação, além do proporcionar toque seco após a aplicação. Classificados como cosméticos pela Anvisa, esses produtos devem seguir as normas de proteção, tanto na fabricação, quanto no uso para se alcançar o efeito desejado.
Nanoproteção – A Basf lançou recentemente o Tinosorb A2B, uma nova geração de filtros UV micronizados, de alta proteção contra radiação UVA II e UVB, aprovado para uso em cosméticos em conformidade com o novo regulamento para cosméticos da União Europeia. O produto ainda está em fase de discussão pública, etapa prevista no processo de aprovação do insumo na lista positiva de filtros UV do Mercosul, considerada pela Anvisa.
Christine Botto, responsável pelo segmento de proteção solar do marketing de Personal Care da Basf para América do Sul, explica as principais características do Tinosorb A2B: “trata-se de um filtro UV que possui um espectro de absorção único, no qual oferece alta performance no aumento de FPS, sem prejudicar o balanço de proteção UVA necessário para atender à nova legislação do Mercosul. O Tinosorb A2B pode ser utilizado em diversas categorias de produtos cosméticos: como protetor solar, cremes faciais e corporais. Todos os cosméticos que declaram proporcionar proteção solar são classificados como produtos da Categoria 2 pela Anvisa”.
Segundo ela, o espectro de absorção de um filtro UV insolúvel depende do tamanho da partícula. “O processo de micronização garante obter partículas mais eficientes para aplicações cosméticas; no caso do Tinosorb A2B, o melhor desempenho é obtido por volta de 100 nm . Além disso, partículas menores também oferecem um menor efeito branco do filtro UV durante a aplicação do protetor solar”, explica.
A novidade da Basf é uma dispersão que atua por meio de três diferentes mecanismos: absorção, reflexão e dispersão do UV, ou seja, apresenta características de filtros orgânicos e de filtros particulados. “É um filtro UV fotoestável que tem um elevado desempenho em proteção UVB, além de oferecer proteção em uma área do UVA II que nenhum outro filtro do mercado atua. Com isto é possível atender aos mais diversos valores de FPS permitidos pela nova legislação do Mercosul”, acrescenta Christine Botto.
A Basf informa que o novo filtro apresenta sinergia com outros filtros UV, diminuindo a concentração final na composição de um protetor solar. Deve ser incorporado na fase aquosa, possibilitando maior flexibilidade na formulação, com menor concentração de carga oleosa, oferecendo um sensorial mais leve, diferencial importante para o mercado brasileiro. “A Basf tem grandes expectativas com este novo produto, pois oferece a possibilidade de alcançar altos FPS, até 99, sem alterar o balanço necessário para atender à proteção UVA”, comenta a executiva.
Na visão da companhia, a tendência do mercado de protetores contendo filtros UVA e UVB, traz novos diferenciais. Christine Botto argumenta: “É possível observar lançamentos de produtos que misturam vários benefícios, como proteção solar, tratamento e homogeneidade da cor da pele. Também há produtos antienvelhecimento de uso diário, com fator de proteção cada vez maior e ainda maquiagem com proteção solar”.
A Basf possui duas grandes linhas de filtros UV: Tinosorb e Uvinul, com filtros de amplo espectro e filtros específicos para UVA ou UVB. “Temos também moléculas exclusivas com alto desempenho, fotoestabilidade e que apresentam sinergia com outros filtros UV”, finaliza a executiva.
Por: Marcia Mariano

Disponível em : http://www.quimica.com.br/pquimica/cosmetico/filtros-solares-opcoes-quimicas-e-fisicas-para-proteger-pele-contra-o-sol/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Doping e o risco no uso de anabolizantes

Existem 5 classes de substâncias dopantes:

* Estimulantes;
*Narcóticos analgésicos;
*Diuréticos;
*Esteróides  anabolizantes;
*Hormônios peptídeos.

ESTIMULANTES
  • Visam diminuir a sensação de fadiga, como, por exemplo, a efedrina, anfetaminas, cafeína etc.
  • São usados em esportes aeróbios, como:
  •  Futebol, basquetebol, maratonas, natação de longa duração etc.
  • O uso de cocaína e de maconha é considerado doping, mas só traz malefícios ao atleta.
NARCÓTICOS ANALGÉSICOS
  • Usados em qualquer esporte, visam diminuir a dor de pequenas lesões, aliviar o mal-estar, cansaço etc.
DIURÉTICOS
  • Servem para perder peso corporal ou para aumentar o volume de urina, ou ainda para diluir “outro” doping.
  • São usados em:
  •  Judô, boxe, levantamento de peso etc.
HORMÔNIOS PEPTÍDEOS
  • Servem para fixar proteínas no organismo.
  • São usados em esportes de força, como:
  •  Arremesso, ciclismo, remo, levantamento de pesos etc.
ESTEROIDES ANABOLIZANTES
  • Hormônios sintetizados para aumentar a massa muscular.
  • São usados em esportes de força, como:
  •  Levantamento de pesos, provas de arremessos do atletismo, corridas curtas, saltos etc.
QUANDO É DESCOBERTO
  • Sem dúvida nenhuma os anabolizantes produzem o efeito desejado aos simpatizantes da hipertrofia muscular e força física.
  • O esporte está cheio de casos de vitórias ilícitas ligadas a esses medicamentos.
  • Infelizmente a gente só acaba sabendo dos males quando alguém muito famoso morre como foi o caso da velocista americana Florence Grift Joyner falecida com menos de 40 anos, fato incomum tratando-se de atleta, principalmente do sexo feminino que teve uma carreira meteórica nas pistas.
  • Ou então, quando algum ex-atleta bota a "boca no trombone" em entrevistas à revistas ou jornais sensacionalistas.
  • Nós ficamos sabendo também quando algum ex-usuário, depois de ter comido "o pão que o diabo amassou" com os efeitos colaterais convivendo inclusive com o câncer conseguindo escapar, resolve entrar na luta contra o uso de drogas no esporte divulgando o seu próprio caso. 
PESQUISA
  • Nas academias do Reino Unido 1667 pessoas responderam ao questionário.
  • Entre os homens interrogados 9,1% usavam drogas anabolizantes contra 2,3% entre as mulheres.
  • As doses chegaram a 34 vezes mais que as terapêuticas e apenas 28% eram atletas de competição.
  • Há quem justifique que paradas temporárias não faz mal. Pois bem. O sistema de ciclos interrompidos foi utilizado por 88% dos usuários e mesmo assim 77% relataram efeitos colaterais.
NOS HOMENS OS RELATOS FORAM:
  • Atrofia dos testículos em 56% dos casos.
  • Ginecomastia (crescimento das mamas no homem) em 52%.
  •  Dificuldade para dormir em 37%.
  • Hipertensão arterial em 36%.
  • Lesões tendinosas em 26%.
  • Sangramento nasal em 22% e
  • Resfriados frequentes em 16%. 
NAS MULHERES OS RELATOS FORAM:
  • Irregularidades menstruais.
  • Hipertrofia do clitóris.
  •  Diminuição das mamas.
  • Engrossamento da voz.
  • Acne.
  • Queda de cabelos no couro cabeludo e crescimento de pelos masculinos no corpo.
  •  As pessoas que resolveram parar relataram tonturas, fraqueza, perda da libido e dores articulares, reações que acabam levando à dependência. 

EFEITOS DOS ESTEROIDES ANABOLIZANTES

  • Homens que usam os diversos tipos de esteroides anabolizantes podem sofrer de encolhimento dos testículos e redução na produção de esperma. Eles também podem desenvolver mamas em uma condição chamada ginecomastia. As mulheres que usam esteroides anabolizantes podem ficar masculinas. A voz fica mais grossa, há crescimento excessivo de pelos e o tamanho dos seios diminui.
  • Adolescentes que usam esteroides anabolizantes podem arriscar o seu crescimento. Esteroides anabolizantes podem ter efeitos nocivos na aparência com a formação de acne, cabelo oleoso e calvície (tanto em homens quanto em mulheres).
  • Os esteroides anabolizantes também afetam o comportamento da pessoa. O usuário de esteroides anabolizantes pode ter variações extremas de humor, indo da euforia à raiva. Esteroides anabolizantes podem ocasionar irritabilidade e depressão. Eventualmente, esteroides anabolizantes podem ocasionar mania, delírio e comportamento agressivo.
EFEITOS POTENCIALMENTE FATAIS DOS ESTEROIDES ANABOLIZANTES
  • Quando os esteroides anabolizantes entram no corpo eles vão para órgãos e músculos. Os esteroides anabolizantes afetam as células e as faz criar proteínas, o que pode causar diversos problemas.
  •  O fígado, por exemplo, pode crescer tumores e desenvolver câncer. Usuários dos diversos tipos de esteroides anabolizantes podem desenvolver uma condição médica rara chamada poliose hepática, na qual cistos cheios de sangue se acumulam no fígado. Tanto os tumores quanto os cistos podem romper e causar sangramento interno.
  • Os diversos tipos de esteroides anabolizantes também não são bons para o coração. O abuso de esteroides anabolizantes pode causar ataque cardíaco e derrames até em pessoas jovens.
  •  Os esteroides anabolizantes também podem enfraquecer o sistema imunológico, tornando a pessoa mais vulnerável a doenças. Ao usar os tipos injetáveis de anabolizantes, os  usuário também pode ser infectado pelo HIV, hepatite B e C. 

EFEITOS DOS ANABOLIZANTES NO CÉREBRO
§  Os efeitos agudos dos esteroides anabolizantes no cérebro são bem diferentes dos decorrentes de abuso de outras drogas. A principal diferença é que os esteroides anabolizantes não produzem euforia, significando que não engatilham a elevação rápida do neurotransmissor dopamina. Porém, o uso em longo prazo de esteroides anabolizantes pode ter impacto em substância químicas do cérebro, afetando o humor e comportamento.
EFEITOS DOS ANABOLIZANTES NA SAÚDE MENTAL
  • Relatos sugerem que esteroides anabolizantes podem contribuir para problemas psiquiátricos. Pesquisas mostram que o abuso no uso de anabolizantes pode levar a agressão e outros efeitos adversos.
  •  Alguns usuários de anabolizantes dizem se sentir bem ao utilizá-los, porém alterações extremas de humor podem ocorrer, incluindo sintomas de mania que poderiam ocasionar violência.
  • Pesquisadores também observaram que muitos usuários de esteróides anabolizantes sofrem de ciúme patológico, irritabilidade extrema, delírios, e julgamento prejudicado pela sensação de invencibilidade.
EFEITO POTENCIAL DE DEPENDÊNCIA DOS ANABOLIZANTES
  • Estudos em animais indicaram que os anabolizantes têm potencial de dependência, como outras drogas viciantes.
  • Essa propriedade é mais difícil de demonstrar em humanos, porém o potencial de dependência é consistente com a continuação do uso apesar dos efeitos negativos físicos e nas relações sociais. Ainda, usuários de esteroides anabolizantes geralmente gastam muito tempo e dinheiro para obter a droga, o que é outro indicador de dependência. 
  • Pessoas que usaram esteroides anabolizantes passaram por sintomas de abstinência quando pararam de tomar a droga. Esses sintomas de abstinência incluem oscilações de humor, fadiga, impaciência, perda de apetite, insônia, redução do desejo sexual e vontade forte de voltar a usar os anabolizantes. Um dos sintomas mais perigosos de abstinência é a depressão, pois ela pode levar ao suicídio.
EFEITOS ADVERSOS DOS ANABOLIZANTES NA SAÚDE
  • O uso de esteroides anabolizantes pode ter como efeitos problemas de saúde sérios e até irreversíveis. Alguns desses efeitos mais perigosos incluem dano ao fígado, icterícia (pigmentação amarelada na pele, tecidos e fluidos corporais), retenção de fluidos, pressão alta, elevação do colesterol LDL (colesterol ruim) e diminuição do colesterol HDL (colesterol bom). Outros efeitos dos anabolizantes que foram relatados incluem insuficiência renal, acne severa e tremores. 
  • Adicionalmente, há alguns efeitos dos anabolizantes que são específicos para o sexo e idade da pessoa, como:
  • Para homens - diminuição dos testículos, redução da quantidade de esperma, infertilidade, calvície, desenvolvimento de seios, elevação no risco de câncer de próstata.
  • Para mulheres - Crescimento de pelo facial, calvície de padrão masculino, alteração ou interrupção do ciclo menstrual, crescimento do clitóris, voz grossa.
  • Para adolescentes - crescimento interrompido devido à maturação esqueletal prematura e aceleração das mudanças da puberdade.
  • Além disso, tudo, pessoas que fazer uso de anabolizantes injetáveis aumentam o risco de se contaminarem com HIV e hepatite.
EFEITO COLATERAL
  • Querendo ficar "bombado" da noite para o dia e sem sacrifícios, muita gente recorre ao uso de anabolizantes. O que acontece com quem usa esses "medicamentos"? Pode até ficar todo saradão, mas há consequências sérias, como o risco de ficar estéril, ou seja, ter seus testículos "destruídos".
  • Além de ter ficado com os testículos menores, uma coisa pior aconteceu com esse jovem alemão… De tanto ele tomar anabolizantes, a pele do tórax se encheu com uma séria acne, provocando o aparecimento de feridas e cicatrizes nojentas.
 ANTES DE APARECEREM AS ESPINHAS

 QUANDO INFECCIONARAM AS ESPINHAS
 COMO ELE VAI FICAR PARA O RESTO DA VIDA

UM CASO CURIOSO DE DOPING
  • Uma das mais graves vítimas de doping no esporte de que se tem notícia até hoje. Uma história que mistura atletismo e Alemanha, duas Alemanhas, e que mudou a vida de Andreas Krieger. Alemão, 43 anos, ele nasceu Heidi, uma campeã europeia do arremesso de peso que precisou abandonar o esporte aos 22 anos por causa das mudanças em seu corpo, consequência das enormes doses de esteroides que recebeu e que a levaram a fazer uma operação de mudança de sexo em 1997. 
ENTREVISTA COM ANDREAS
  • Todos os dias, quando me olho no espelho, vejo a imagem do que me aconteceu, do que define minha vida e de quem eu era. Eu disse uma vez que eles mataram Heidi porque eu não mudei apenas meu nome. Meu corpo mudou, minha vida mudou e eu precisei me tornar outra pessoa – afirma, em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM.

  • Para quem encontra Andreas, conversa com ele, observa seu rosto, suas mãos, é impossível dizer que ele um dia foi uma jovem e promissora atleta da antiga Alemanha Oriental. Heidi encerrou a carreira em 1988, dois anos depois da medalha de ouro no Campeonato Europeu de 1986, e sem ter realizado o sonho de disputar os Jogos Olímpicos de Seul. No ano seguinte, o Muro de Berlim caiu e os arquivos até então secretos do regime comunista revelaram a indústria do doping patrocinada pelo governo da Alemanha Oriental. 
      
 ANTES HEIDI E ATUALMENTE ANDREAS



UM CASO SUSPEITO
  • A Federação Sul-Africana de Atletismo (ASA) não tem dúvidas de que a medalha de ouro conquistada pela meio-fundista Caster Semenya nos 800m no Campeonato Mundial de Atletismo, em Berlim, será mantida. A atleta de 18 anos foi submetida a dois testes de gênero, cujos resultados ainda não foram divulgados, para provar que é mulher. O treinador de Semenya, Michael Seme, diz entender o interesse em torno da atleta. que venceu com facilidade a prova.
CASTER SEMENYA


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Quer se manter eternamente jovem? Use "Tho-Radia" ...

A descoberta da radioatividade no início do século XX , despertou muito interesse e fez gerar muitas teorias absurdas sobre seu poder de curar doenças e como fonte de juventude eterna.
Vale ressaltar que nesta época não se conhecia os perigos e os efeitos nocivos causados pela radiação, tudo era magia, e a emissão de partículas alfa, beta e gama se mostrava como um caminho que podia levar até mesmo à cura de doenças como câncer ( hoje se sabe que radiação pode provocar câncer).      
O grande interesse suscitado pela radioatividade levou ao aparecimento de “teorias” que visavam justificar a aplicação de terapias e a oferta dos mais diversos produtos com radioatividade adicionada, prometendo ao consumidor a satisfação de “haurir proveito da nova maravilha da ciência” (Hering, 1924). As aplicações se baseavam nos efeitos fisiológicos dos materiais radioativos ou se valiam dos efeitos terapêuticos (como no tratamento dos tumores). Talvez a maneira que mais simbolizou essa prática eram os anúncios entusiásticos sobre a eficácia terapêutica do rádio, qualificando-o como uma “solução mágica da medicina” (Chase, 1921) com inacreditáveis poderes curativos, capaz de “restaurar a saúde a milhares de pessoas” (Bardwell, 1926). Trata-se de um dos grandes fenômenos mercadológicos das três primeiras décadas do século XX na Europa e nos Estados Unidos (Frame e Kolb, 1989).

Águas radioativas
Em 1903, Joseph John Thompson (1856-1940) escreveu um artigo na revista Nature, relatando a presença de radioatividade em águas minerais medicinais (Frame, 1989). Essa radioatividade provinha do radônio, gerado pela decomposição do rádio presente nas rochas por onde a água passava: “O radônio estava para a água assim como o oxigênio para o ar” (Perrin, 1921). Spas e centros de tratamento foram construídos para atender especialmente a idosos e doentes.

Produtos de beleza
A beleza feminina foi um grande mercado para a radioatividade como exemplificado numa propaganda de um jornal de época, destinada às mulheres ávidas por beleza permanente.  Em toda a linha de produtos – cremes, sabões, xampus, compressas, sais  de banho... – garantia-se a presença de rádio autêntico e legítimo: “a maior ajuda da natureza para a beleza da mulher”. Esses produtos tinham a propriedade de “rejuvenescer e revitalizar a pele”. A propaganda do Radior garantia reembolso de US$ 5.000,00 para as consumidoras insatisfeitas com o produto (Bardwell, 1926). Havia tratamentos faciais para eliminação de rugas, acnes, cravos, branqueamento da pele... a preços normalmente elevados, o que restringia seu amplo uso pela população (Hering, 1924).


Produtos médico-farmacêuticos
Esses produtos refletem o desejo constante da humanidade em encontrar a cura ou a prevenção definitiva de inúmeras enfermidades. O conjunto desses produtos era conhecido como a “terapia suave do rádio”, pois não teria efeitos colaterais (Frame, 1989).
Nos anos 1920, foram muito comuns propagandas de compressas e almofadas radioativas  destinadas ao tratamento de artrite, neurite, asma, bronquite, insônia... Esses produtos ainda tinham a característica de permitir “que as propriedades curativas do rádio estejam ao alcance de todos” dado o baixo preço destes (Tilden 1926). Alguns fabricantes recomendavam que o produto fosse exposto ao sol por alguns minutos para “ativar suas propriedades terapêuticas” (Cramp, 1936).
Tônicos e revigorantes destinavam-se a manter ou recuperar os vigores físico, mental e sexual. Lançado em 1925 nos Estados Unidos, Radithor continha 2 mCu (74 kBq) dos isótopos 226Ra e 228Ra. Ele era prescrito contra nada menos do que 150 enfermidades endocrinológicas (Cramp, 1936). O slogan era “a cura para os mortos-vivos”. Calcula-se que cerca de 400.000 frascos foram vendidos entre 1925 e 1931 (Frame e Kolb, 1989). Nos final dos anos 1920, surgiu o Vita Radium, supositório destinado a combater a fraqueza de memória e a impotência sexual masculina8 (Figura 4). A duração do tratamento era de 15 dias. Na bula, afirmava-se que, em até três dias, o rádio seria eliminado do corpo. A propaganda veiculada desse produto realçava os efeitos sobre o desempenho geral do consumidor.

Produtos fraudulentos
Era comum que muitos anúncios enfatizassem que os produtos continham “níveis de radioatividade garantidos” (Frame e Kolb, 1989; Vdovenko et al., 1975). Na prática, nem sempre foi assim. Por exemplo, por volta de 1905, surgiu um produto que pretendia combater reumatismo, lumbago, dor de dente, garganta inflamada, dor de ouvido e outras trinta enfermidades: o Radium Radia. 

Seus slogans eram “nunca jamais falhou” e “é o maior vencedor da dor em todo o mundo”. As análises mostraram que não havia radioatividade alguma nele. O caso escandalizou a opinião pública norte-americana. Esse produto foi lançado antes de o rádio começar a ser produzido nos Estados Unidos (1914) e na Europa (1906).

As águas radioativas eram os produtos mais fraudados pela facilidade de prepará-las. Outros produtos bastante visados eram as compressas e almofadas radioativas (Cramp, 1936). No início dos anos 1910, empresas foram fechadas nos Estados Unidos por essa prática (Frame e Kolb, 1989). Muitos donos dessas empresas foram presos (Tilden 1926), outros desmascarados (Hering, 1924) e agredidos por consumidores revoltados (Frame, 1989).
Nos anos 1920, era comum a oferta de produtos com níveis de radioatividade maiores do que aqueles vendidos legalmente sob o argumento de que teriam um efeito mais rápido sobre o usuário (Cramp, 1936). Isso era o caso de tônicos como o Radithor. Os fabricantes desses produtos estavam sujeitos a receber doses elevadas de radiação (Harvie, 1999).

Fonte: http://qnint.sbq.org.br/qni/visualizarTema.php?idTema=28

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Vamos banir o Monóxido de Dihidrogênio!

Monóxido de Di-hidrogénio — A Verdade

A Verdade acerca do Monóxido de Di-hidrogénio

O Monóxido de Di-hidrogénio (MODH) é talvez o composto químico mais disseminado e que constitui perigo para a vida humana. Apesar desta verdade, a maior parte das pessoas não estão propriamente preocupadas com este facto. Governos, líderes civis, corporações, organizações militares e cidadãos em geral parecem estar completamente ignorantes ou indiferentes sobre o MODH, como se este não fosse perigoso para si. Isto preocupa-nos.

Levar a todos a Verdade sobre o Monóxido de Di-hidrogénio

Em 1997, foi formada a Divisão de Investigação sobre o Monóxido de Di-hidrogénio e está on-line para espalhar a verdade sobre o MONÓXIDO DE DI-HIDROGÉNIO. Conforme a mensagem foi passando, também a consciência pública do MODH e as suas implicações envolvendo a Internet e a acessibilidade de tal informação. Neste sentido, o sítio web da DIMD continua a fornecer a informação mais completa e actualizada e fidedigna sobre o MODH.

Táticas comuns de amedrontar com o MODH

Infelizmente, algumas pessoas acharam por bem encher milhares de páginas web com propaganda propositadamente distorcida no sentido de provocar sensacionalismo e não informação. A “informação” seguinte acerca do Monóxido de Di-hidrogénio é o que vai encontrar frequentemente na Internet. A Divisão de Investigação sobre o Monóxido de Di-hidrogénio não subscreve o uso destas tácticas de medo, especialmente quando avisa as pessoas sobre o assassino invisível, o Monóxido de Di-hidrogénio.
Erradiquem o Monóxido de Di-hidrogénio – o Assassino Invisível

O Monóxido de Di-hidrogénio é incolor, inodoro, sem sabor e mata vários milhares de pessoas todos os anos.

Quais são os perigos do Monóxido de Di-hidrogénio?

A maioria destas mortes é causada pela inalação acidental do MODH, mas os perigos do Monóxido de Di-hidrogénio não acabam aqui. A exposição prolongada à sua forma sólida causa danos graves nos tecidos humanos. Nos sintomas da ingestão de MODH podem-se incluir transpiração e micção excessiva e possivelmente uma sensação de inchaço, náuseas, vómitos e desequilíbrio electrolítico do corpo. Para aqueles que se tornaram dependentes, a privação do MODH significa morte certa.

Fatos do Monóxido de Di-hidrogénio

O Monóxido de Di-hidrogénio:
ü   É também conhecido como ácido hídrico,
ü  E é o principal componente da chuva ácida.
ü  Contribui para o efeito de estufa.
ü  No estado gasoso pode causar queimaduras graves.
ü  Acelera a erosão dos solos.
ü  Acelera a corrosão e oxidação dos metais.
ü  Pode causar curtos-circuitos.
ü  Diminui a eficácia dos travões dos automóveis.
ü  Foi encontrado em tumores de pacientes terminais com cancro.



Alertas sobre o Monóxido de Di-hidrogénio

A contaminação está a atingir proporções epidémicas.
Quantidades significativas de Monóxido de Di-hidrogénio têm sido encontradas em praticamente todos os lagos, rios, albufeiras e reservatórios. A poluição é global e a contaminação foi encontrada, até, no gelo do Antárctico. Em vários países só o MODH já causou milhões de dólares de danos materiais.

Utilizações do Monóxido de Di-hidrogénio

Apesar do perigo, o Monóxido de Di-hidrogénio é frequentemente usado:

ü  Como solvente e refrigerante industrial.
ü  Em centrais nucleares.
ü  Na produção de poliestireno (Styrofoam);
ü  Como supressor e retardador de chama;
ü  Em várias formas cruéis de investigação com animais.
ü  Na distribuição de pesticidas.
ü  Mesmo após lavagem, o produto permanece contaminado por este químico.
ü  Como aditivo alimentar.

Parem o horror – Erradiquem o Monóxido de Di-hidrogénio.

ÁGUA

Monóxido de dihidrogênio é um dos nomes científicos da água, a prosaica água da torneira, a água de beber.

Em 1997, norteamericano de 14 anos apresentou trabalho escolar contendo uma série de males causados pelo MDH e perguntou à turma o que fazer quanto a essa terrível substância. A maioria deles sugeriu banir tal substância e apenas um dos colegas reconheceu o monóxido de dihidrogênio - MDH como água.

O fato é que muitas pessoas tendem a ficar impressionadas quando se lhes apresentam um nome científico ou aparentemente mais complicado, especialmente se esse nome estiver associado a algum mal à saúde ou dano à natureza. Por temor de passarem como ignorantes, aceitam passivamente qualquer coisa que lhe digam sobre a palavra.

Sobre esse tipo de aceitação passiva: havia um programa de rádio bastante engraçado (não me recordo qual a emissora). O apresentador saía às ruas e fazia perguntas sobre coisas sem pé nem cabeça. As respostas eram muito divertidas.

Me lembro de uma vez em que a pergunta era o que a pessoa achava do chá de cicuta. Uma senhora respondeu que achava muito bom, já havia usado com bons resultados na cura de uma doença e que um parente também havia sido curado. Algumas dos presentes à entrevista concordavam e reforçavam os argumentos da entrevistada.

De outra feita, a pergunta era sobre o efeito estufa e o seu uso no futebol. O entrevistado afirmou conhecer a tática e achava que o seu time iria se sagrar campeão graças a essa nova descoberta feita pelo técnico do clube.

Dois outros exemplos: as preocupações com o Lauril Sulfato de Sódio usado nos xampus e a prolifermilonema, substância inexistente supostamente usada por assaltantes disfarçados de hare krishnas.

Fonte: http://www.quatrocantos.com/lendas/85_monoxido_dihidrogenio.htm
http://modh.no.sapo.pt/print/print-verdade.html